sexta-feira, 28 de abril de 2017

SISTEMA SOLAR painel

O Nosso Sistema Solar - Clique na Imagem abaixo para vê-la ampliada
Alguns detalhes(clique na Imagem para ampliá-la)
As Temperaturas - comparações
FORMAÇÃO HEXAGONAL no POLO NORTE de SATURNO

domingo, 1 de março de 2015

ALMA Observatório

Flagrante da formação de Sistemas Solares captado pelo sistema do telescópio ALMA
As antenas do ALMA, agora já quase pronto, foram apontadas para HL Tauri, uma estrela jovem a cerca de 450 anos-luz de distância, que se encontra rodeada por um disco de poeira. A imagem revelou detalhes inesperados no disco de material que sobrou da formação da estrela, mostrando uma série de anéis brilhantes concêntricos com enigmáticas regiões escuras, assim como estruturas radiais e espaços em forma de arcos. "Estas estruturas são quase com certeza o resultado de jovens corpos do tipo planetário formando-se no disco. Este fato é um tanto surpreendente já que não se espera que tais estrelas jovens possuam na sua órbita corpos planetários suficientemente grandes, capazes de produzir as estruturas observadas na imagem," disse Stuartt Corder, membro da equipe.
"Assim que vimos esta imagem ficamos estupefatos, sem palavras, com o nível de detalhe espetacular. HL Tauri não tem mais do que um milhão de anos e, no entanto, parece que o seu disco já está repleto de planetas em formação. Só esta imagem já é suficiente para revolucionar as teorias de formação planetária," acrescentou Catherine Vlahakis.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Cometa ISON poderá ser o MAIOR FIASCO!!!!!

No link abaixo é possível acompanhar em tempo "praticamente real" a trajetória do Cometa  c/2013 S1 ISON, que no final deste mês vai estar na posição mais próxima do sol - o Periélio. Quanto mais se aproxima do solar maior e mais brilhante ficará a sua "cauda". Porém, ele vai ser um "fiasco" visual, pois este cometa está muito abaixo daquilo que foi previsto inicialmente e as tentativas de observa-lo a olho nu antes do amanhecer são frustrantes. Para observar o cometa, só com bons telescópios e maiores de 150 milímetros de diâmetro, e mesmo assim vai continuar ser  frustrante.  http://www.cometison2013.co.uk/perihelion-and-distance/
 


Hoje faltam 20 dias para o periélio do  Cometa ISON. Periélio previsto para o dia 28 de Novembro, às 18:26:33 UTC e ficará distante do sol a apenas 1,1 milhão de quilômetros e neste instante estará a uma velocidade de 1,35 milhões de km/h.  A menos que um "milagre" ocorra...um outburst , que agora é impossível prever, mas há pequena chance de ocorre antes do periélio, pois ao contornar o Sol, ele poderá sublimar muito material, fazendo com que fique muito brilhante mesmo. Entretanto, as estatísticas evidenciam que cometas similares ao ISON raramente conseguem contornar a estrela, sendo destruídos pela mesma - o nosso Sol.
Atualmente (07/11) o cometa esta distante do sol 0.818 UA (Unidade Astronômica - 1 UA = distância média Terra do sol ~ 150 milhões de quilômetros). Velocidade estimada de 46,5 km/s. Visibilidade: Constelação de Virgem e magnitude estimada de 7.41

sábado, 12 de outubro de 2013

1400 asteróides amaçam a Terra


Um impressionante gráfico divulgado pela Nasa mostra que há, aproximadamente, 1400 asteroides que representam uma ameaça ao planeta Terra, em menor ou maior escala.  Foi publicado em -http://noticias.seuhistory.com/nasa-divulga-grafico-de-asteroides-que-representam-ameaca-para-terra#sthash.Af3BIUXR.dpuf.

sábado, 21 de setembro de 2013

Vida na Terra é "Alienígena"

Esta imagem refere-se a mais recente descoberta de Cientistas da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, que seriam de vida alienígena que veio parar na Terra. Segundo o grupo, as partículas foram captadas após um experimento que soltou um balão na estratosfera, a 27 quilômetros de altitude, durante a chuva de meteoros Perseidas, que ocorreu em agosto passado Universidad de Sheffield/Reuters.











 Pesquisadores ingleses anunciaram ter provas de vida alienígena que veio parar na Terra, após um experimento em agosto passado. A descoberta considerada "revolucionária" foi publicada no periódico Journal of Cosmology nesta quinta-feira (19).
O grupo de biólogos moleculares da Universidade de Sheffield diz ter encontrado os pequenos organismos após soltarem um balão na estratosfera terrestre, a 27 quilômetros de altitude, durante a chuva de meteoros Perseidas - fenômeno que ocorre todo ano, geralmente em agosto, quando a Terra passa por um jato de 'destroços' deixados pelo cometa Swift-Tuttle em seu trajeto ao redor do Sol.
Segundo o professor Milton Wainwright, que liderou a pesquisa, dificilmente as partículas surgiram no nosso planeta, pois elas são muito "grandes" para levantarem do chão até essa camada intermediária da atmosfera. Apenas uma violenta erupção vulcânica poderia fazer isso com os organismos, garante, algo que não foi presenciado na região de lançamento do balão científico nos últimos três anos.
"Na ausência de um mecanismo que pudesse levar as partículas de 'grandes dimensões' para a estratosfera, só podemos concluir que as entidades biológicas têm origem no espaço. A conclusão, portanto, é que a vida está constantemente chegando à Terra a partir do espaço. Ela não se restringe ao nosso planeta e quase certamente não se originou aqui."O balão carregava tubos microscópios que só foram expostos quando chegaram a uma altitude entre 22 quilômetros e 27 quilômetros, evitando contaminação durante a coleta do "material espacial". A equipe afirma que precauções rigorosas foram tomadas durante todo o processo, da amostragem à análise.
O equipamento foi lançado perto de Chester e aterrissou intacto na região de Wakefield, trazendo "um fragmento de diatomácea e algumas entidades biológicas incomuns da estratosfera, todas muito 'grandes' para serem da Terra".
Wainwright afirma que o próximo passo é confirmar os resultados em um novo teste com balões em outubro, durante a chuva de meteoros associada à passagem do cometa Haley, quando haverá uma grande quantidade de poeira cósmica sobre o globo terrestre.
"Esperamos encontrar mais micro-organismos novos ou incomum. Se a vida continuar vindo do espaço, então nós teremos de mudar completamente a nossa visão da biologia e da evolução. Novos livros terão de ser reescritos", empolga-se o professor.
Fonte:http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2013/09/20/ingleses-dizem-ter-provas-de-vida-alienigena-que-veio-parar-na-terra.htm

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

As faces da lua

Lua em 14 de setembro
 Detalhes próximo a um dos polos

Lua "Crescente" em 12 de setembro

 Lua e Vênus 08 de Setembro - conjunção c/ Vênus
Via Láctea - a nossa Galáxia
 Com um dos instrumentos ópticos para observar o céu noturno
 

domingo, 11 de agosto de 2013

Inversão do Campo Magnético do sol

SOL: INVERSÃO do CAMPO MAGNÉTICO

Algo grande está prestes a acontecer no sol. Segundo as medições da NASA apoiados pelos observatórios, o vasto campo magnético do Sol está prestes a inverter.
“Parece que não estamos mais do que 3 a 4 meses longe de uma completa inversão do campo“, diz o físico solar Hoeksema Todd, da Universidade de Stanford. “Esta mudança terá efeito cascata em todo o sistema solar.” O sol muda de polaridade do campo magnético aproximadamente a cada 11 anos. Acontece no pico de cada ciclo solar como dínamo magnético interno do sol. A vinda desta reversão irá marcar o ponto médio do ciclo solar 24. Metade do ‘Solar Max’ ficará para trás, com metade ainda está por vir.
Hoeksema é o diretor do Observatório Solar Wilcox de Stanford, um dos poucos observatórios do mundo que monitoram os campos magnéticos polares do sol. Os pólos são um arauto da mudança. Assim como os cientistas na Terra as regiões polares do nosso planeta há sinais de mudança climática, os físicos solares fazer a mesma coisa para o sol. Magnetogramas de Wilcox rastrearam o magnetismo polar do sol desde 1976, e eles gravaram três grandes reversões com um quarto em um futuro próximo. O físico Solar Phil Scherrer, também da Universidade de Stanford, descreve o que acontece: “Os Campos magnéticos polares do sol enfraquecem, vão a zero, e em seguida, surgem novamente com a polaridade oposta. Esta é uma parte regular do ciclo solar.”
A inversão do campo magnético do Sol é, literalmente, um grande evento. O domínio de influência magnética do Sol (também conhecida como a “heliosfera”) estende bilhões de quilômetros além de Plutão. Mudanças na polaridade ondulação do campo todo o caminho para as sondas Voyager, na porta do espaço interestelar. Quando os físicos solares falam sobre reversões de campo solares, a conversa muitas vezes gira em torno da “folha atual.” A folha atual é uma superfície extensa projetando para fora do equador do Sol, onde o campo magnético rotativo lentamente do sol induz uma corrente elétrica. A corrente em si é pequeno, apenas um décimo de bilionésimo de um ampère por metro quadrado (0,0000000001 amps/m2), mas há um monte de que: a corrente flui através de uma região de 10,000 km de espessura e milhares de quilômetros de largura. Eletricamente falando, toda a heliosfera está organizado em torno desse enorme folha.
Durante a inversão de campo, a folha atual se torna muito ondulada. Scherrer compara as ondulações com as costuras de uma bola de beisebol. Como a Terra orbita o Sol, que mergulha dentro e fora da folha. Transições de um lado para o outro podem provocar tempestades espaciais em torno do nosso planeta.Os raios cósmicos também são afetados. Trata-se de partículas de alta energia aceleradas a velocidade quase da luz por explosões de supernovas e outros eventos violentos na galáxia. Os raios cósmicos são um perigo para os astronautas e sondas espaciais, e alguns pesquisadores dizem que pode afetar a nebulosidade e o clima da Terra. A folha atual age como uma barreira para os raios cósmicos, desviando-los como eles tentam penetrar no interior do sistema solar. A folha ondulada, crespa age como um escudo melhor contra essas partículas energéticas vindas do espaço profundo.
Ao aproximar-se de inversão de campo, os dados de Wilcox mostram que dois hemisférios do sol estão fora de sincronia.“O Pólo norte do Sol já mudou de sinal, enquanto o pólo sul está correndo para recuperar o atraso”, diz Scherrer. “Em breve, no entanto, ambos os pólos serão revertidos, e na segunda metade do” Solar Max” estará em andamento.”
Quando isso acontecer, Hoeksema e Scherrer irão compartilhar a notícia com os seus colegas e com o público.
Fonte: phys.org
MAGNETIC FIELD REVERSAL ON THE SUN: It hasn't happened yet, but it's about to. Data from NASA-supported observatories show that the sun's global magnetic field will flip before the end of 2013. The reversal, which signals the arrival of Solar Maximum, will have ripple effects felt throughout the solar system. Get the full story and a vídeo.               
from Science@NASA. Solar flare alerts: text, voice.