terça-feira, 26 de maio de 2026

Buraco Negro

 

Buraco Negro - Black Hole

Resumidamente, o buraco negro é um corpo celeste de massa muito grande para o espaço que ocupa, resultando um campo gravitacional tão forte do qual nem sequer a luz pode escapar.
De acordo com a Teoria Geral da Relatividade, um buraco negro é uma região do espaço da qual nada, nem mesmo objetos que se movam na velocidade da luz, podem escapar. Este é o resultado da deformação do espaço-tempo causada por uma matéria maciça e altamente compacta. Um buraco negro é limitado pela superfície denominada horizonte de eventos, que marca a região a partir da qual não se pode mais volta, ou seja, a matéria atraída pelo buraco negro em geral tem movimento angular, por isso é capturada por um disco, no qual fica girando até se precipitar no centro.
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Formação de um Buraco Negro
As estrelas nascem, evoluem e morrem. A fase final da evolução de uma estrela vai depender da massa inicial da estrela e se elas evoluem isoladas ou em um sistema binário fechado (em que as estrelas estão próximas entre si). Estas fases são: 1. Se a massa inicial da estrela for menor que 3M (onde M é a massa do sol) e depois da fase de gigante vermelha a estrela perde massa e forma uma anã branca, com m < 1,4M. Neste caso ocorre a degenerescência eletrônica (os átomos perdem os seus elétrons); 2. Se a massa inicial for maior que 3M, a estrela, após a fase de gigante vermelha, explode como supernova, podendo ou não Ter um “caroço” no centro. Se a massa deste “caroço” for menor que 2M ele se transforma numa estrela de nêutrons quando teremos degenerescência nuclear (elétrons e prótons se fundem em nêutrons); 3. Se massa do “caroço” após a explosão de supernova for maior que 2M, o “caroço” se colapsa a um buraco negro.
Se a estrela evolui num sistema binário fechado, há transferência de matéria entre as estrelas de forma que muitas vezes uma delas acumula uma grande massa que provoca sua explosão como supernova. O resultado mais provável é a formação de uma estrela de nêutrons a partir do “caroço” que sobra da explosão, mas existem sistemas duplos, como Cygnus X-1
Noticia em 24 outubro
O Telescópio Nuclear Epectroscópico, o NuSTAR, em sua sigla em inglês, realizou sua primeira observação para a Nasa (agência espacial americana): um gigantesco buraco negro situado no centro de nossa galáxia. As observações do NuSTAR mostram que se trata de um buraco negro que se encontra em meio a uma etapa de atividade, que surpreendeu os pesquisadores da Nasa e que servirá para lançar luz sobre este fenômeno. O NuSTAR é o único telescópio capaz de produzir imagens focalizadas de raios X de alta energia, o que dá aos astrônomos uma nova ferramenta para sondar objetos como os buracos negros. Lançado no último dia 13 de junho, durante os próximos dois anos o NuSTAR buscará gigantescos buracos negros e outros fenômenos na Via Láctea e em outras galáxias.

Sistema Solar

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As Temperaturas - comparações
FORMAÇÃO HEXAGONAL no POLO NORTE de SATURNO

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

ASTRONOMIA OBSERVAÇÃO

Observações da LUA pelo autor deste blog (via Telescópio)
 A Lua (fase crescente)
Detalhes de crateras lunares
Plato
Uma triste notícia que posto em nosso blog abaixo:
Leonardo Nimoy, o eterno SPOCK da série STAR TREK, morre aos 83 anos em 27 de fevereiro. (1931 - 2015)
Nimoy sofria de doença pulmonar obstrutiva crônica, provocada pelo cigarro. E morreu em casa nesta sexta-feira (dia 27) de manhã, em Los Angeles. As orelhas pontiagudas e sombrançelhas destacadas fizeram de Leonard Nimoy um dos atores mais conhecidos do planeta. Spock era de Vulcano: um ET que usava a lógica para se opor à emoção. Formou junto com o capitão Kirk e o doutor McCoy o principal eixo "filosófico" da série "Jornada nas Estrelas". Há poucos dias, Nimoy tinha deixado uma mensagem nas redes sociais:
"A vida é como um jardim. Momentos perfeitos podem existir, mas só são preservados na memória". E encerra com as iniciais em inglês de "VIDA LONGA e PRÓSPERA".
A turma de Star Trek
O famoso gesto com a mão (VIDA LONGA e PRÓSPERA) é uma das "marcas" de Star Trek, criada por Gene Roddenberry. Star Trek iniciou-se como uma série de televisão em 1966, originalmente chamada Star Trek mas posteriormente renomeada para Star Trek: The Original Series. Essa série levou a criação dos spin-offs Star Trek: The Animated Series, Star Trek: The Next Generation, Star Trek: Deep Space Nine, Star Trek: Voyager e Star Trek: Enterprise. 
Acima, famoso gesto de mão do "Spock" postado ontem (dia 28/02) pelo astronauta norte-americano Terry W. Virts Jr , que está em missão desde novembro de 2014 na Estação Espacial Internacional (ISS). Abaixo, postagem nas redes sociais deste gesto de mão pelo o autor deste blog e fã de Star Trek Paulo Aníbal G. Mesquita também na data de ontem

sexta-feira, 28 de abril de 2017

SISTEMA SOLAR painel

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As Temperaturas - comparações
FORMAÇÃO HEXAGONAL no POLO NORTE de SATURNO

domingo, 1 de março de 2015

ALMA Observatório

Flagrante da formação de Sistemas Solares captado pelo sistema do telescópio ALMA
As antenas do ALMA, agora já quase pronto, foram apontadas para HL Tauri, uma estrela jovem a cerca de 450 anos-luz de distância, que se encontra rodeada por um disco de poeira. A imagem revelou detalhes inesperados no disco de material que sobrou da formação da estrela, mostrando uma série de anéis brilhantes concêntricos com enigmáticas regiões escuras, assim como estruturas radiais e espaços em forma de arcos. "Estas estruturas são quase com certeza o resultado de jovens corpos do tipo planetário formando-se no disco. Este fato é um tanto surpreendente já que não se espera que tais estrelas jovens possuam na sua órbita corpos planetários suficientemente grandes, capazes de produzir as estruturas observadas na imagem," disse Stuartt Corder, membro da equipe.
"Assim que vimos esta imagem ficamos estupefatos, sem palavras, com o nível de detalhe espetacular. HL Tauri não tem mais do que um milhão de anos e, no entanto, parece que o seu disco já está repleto de planetas em formação. Só esta imagem já é suficiente para revolucionar as teorias de formação planetária," acrescentou Catherine Vlahakis.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Cometa ISON poderá ser o MAIOR FIASCO!!!!!

No link abaixo é possível acompanhar em tempo "praticamente real" a trajetória do Cometa  c/2013 S1 ISON, que no final deste mês vai estar na posição mais próxima do sol - o Periélio. Quanto mais se aproxima do solar maior e mais brilhante ficará a sua "cauda". Porém, ele vai ser um "fiasco" visual, pois este cometa está muito abaixo daquilo que foi previsto inicialmente e as tentativas de observa-lo a olho nu antes do amanhecer são frustrantes. Para observar o cometa, só com bons telescópios e maiores de 150 milímetros de diâmetro, e mesmo assim vai continuar ser  frustrante.  http://www.cometison2013.co.uk/perihelion-and-distance/
 


Hoje faltam 20 dias para o periélio do  Cometa ISON. Periélio previsto para o dia 28 de Novembro, às 18:26:33 UTC e ficará distante do sol a apenas 1,1 milhão de quilômetros e neste instante estará a uma velocidade de 1,35 milhões de km/h.  A menos que um "milagre" ocorra...um outburst , que agora é impossível prever, mas há pequena chance de ocorre antes do periélio, pois ao contornar o Sol, ele poderá sublimar muito material, fazendo com que fique muito brilhante mesmo. Entretanto, as estatísticas evidenciam que cometas similares ao ISON raramente conseguem contornar a estrela, sendo destruídos pela mesma - o nosso Sol.
Atualmente (07/11) o cometa esta distante do sol 0.818 UA (Unidade Astronômica - 1 UA = distância média Terra do sol ~ 150 milhões de quilômetros). Velocidade estimada de 46,5 km/s. Visibilidade: Constelação de Virgem e magnitude estimada de 7.41

sábado, 12 de outubro de 2013

1400 asteróides amaçam a Terra


Um impressionante gráfico divulgado pela Nasa mostra que há, aproximadamente, 1400 asteroides que representam uma ameaça ao planeta Terra, em menor ou maior escala.  Foi publicado em -http://noticias.seuhistory.com/nasa-divulga-grafico-de-asteroides-que-representam-ameaca-para-terra#sthash.Af3BIUXR.dpuf.

sábado, 21 de setembro de 2013

Vida na Terra é "Alienígena"

Esta imagem refere-se a mais recente descoberta de Cientistas da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, que seriam de vida alienígena que veio parar na Terra. Segundo o grupo, as partículas foram captadas após um experimento que soltou um balão na estratosfera, a 27 quilômetros de altitude, durante a chuva de meteoros Perseidas, que ocorreu em agosto passado Universidad de Sheffield/Reuters.











 Pesquisadores ingleses anunciaram ter provas de vida alienígena que veio parar na Terra, após um experimento em agosto passado. A descoberta considerada "revolucionária" foi publicada no periódico Journal of Cosmology nesta quinta-feira (19).
O grupo de biólogos moleculares da Universidade de Sheffield diz ter encontrado os pequenos organismos após soltarem um balão na estratosfera terrestre, a 27 quilômetros de altitude, durante a chuva de meteoros Perseidas - fenômeno que ocorre todo ano, geralmente em agosto, quando a Terra passa por um jato de 'destroços' deixados pelo cometa Swift-Tuttle em seu trajeto ao redor do Sol.
Segundo o professor Milton Wainwright, que liderou a pesquisa, dificilmente as partículas surgiram no nosso planeta, pois elas são muito "grandes" para levantarem do chão até essa camada intermediária da atmosfera. Apenas uma violenta erupção vulcânica poderia fazer isso com os organismos, garante, algo que não foi presenciado na região de lançamento do balão científico nos últimos três anos.
"Na ausência de um mecanismo que pudesse levar as partículas de 'grandes dimensões' para a estratosfera, só podemos concluir que as entidades biológicas têm origem no espaço. A conclusão, portanto, é que a vida está constantemente chegando à Terra a partir do espaço. Ela não se restringe ao nosso planeta e quase certamente não se originou aqui."O balão carregava tubos microscópios que só foram expostos quando chegaram a uma altitude entre 22 quilômetros e 27 quilômetros, evitando contaminação durante a coleta do "material espacial". A equipe afirma que precauções rigorosas foram tomadas durante todo o processo, da amostragem à análise.
O equipamento foi lançado perto de Chester e aterrissou intacto na região de Wakefield, trazendo "um fragmento de diatomácea e algumas entidades biológicas incomuns da estratosfera, todas muito 'grandes' para serem da Terra".
Wainwright afirma que o próximo passo é confirmar os resultados em um novo teste com balões em outubro, durante a chuva de meteoros associada à passagem do cometa Haley, quando haverá uma grande quantidade de poeira cósmica sobre o globo terrestre.
"Esperamos encontrar mais micro-organismos novos ou incomum. Se a vida continuar vindo do espaço, então nós teremos de mudar completamente a nossa visão da biologia e da evolução. Novos livros terão de ser reescritos", empolga-se o professor.
Fonte:http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2013/09/20/ingleses-dizem-ter-provas-de-vida-alienigena-que-veio-parar-na-terra.htm

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

As faces da lua

Lua em 14 de setembro
 Detalhes próximo a um dos polos

Lua "Crescente" em 12 de setembro

 Lua e Vênus 08 de Setembro - conjunção c/ Vênus
Via Láctea - a nossa Galáxia
 Com um dos instrumentos ópticos para observar o céu noturno
 

domingo, 11 de agosto de 2013

Inversão do Campo Magnético do sol

SOL: INVERSÃO do CAMPO MAGNÉTICO

Algo grande está prestes a acontecer no sol. Segundo as medições da NASA apoiados pelos observatórios, o vasto campo magnético do Sol está prestes a inverter.
“Parece que não estamos mais do que 3 a 4 meses longe de uma completa inversão do campo“, diz o físico solar Hoeksema Todd, da Universidade de Stanford. “Esta mudança terá efeito cascata em todo o sistema solar.” O sol muda de polaridade do campo magnético aproximadamente a cada 11 anos. Acontece no pico de cada ciclo solar como dínamo magnético interno do sol. A vinda desta reversão irá marcar o ponto médio do ciclo solar 24. Metade do ‘Solar Max’ ficará para trás, com metade ainda está por vir.
Hoeksema é o diretor do Observatório Solar Wilcox de Stanford, um dos poucos observatórios do mundo que monitoram os campos magnéticos polares do sol. Os pólos são um arauto da mudança. Assim como os cientistas na Terra as regiões polares do nosso planeta há sinais de mudança climática, os físicos solares fazer a mesma coisa para o sol. Magnetogramas de Wilcox rastrearam o magnetismo polar do sol desde 1976, e eles gravaram três grandes reversões com um quarto em um futuro próximo. O físico Solar Phil Scherrer, também da Universidade de Stanford, descreve o que acontece: “Os Campos magnéticos polares do sol enfraquecem, vão a zero, e em seguida, surgem novamente com a polaridade oposta. Esta é uma parte regular do ciclo solar.”
A inversão do campo magnético do Sol é, literalmente, um grande evento. O domínio de influência magnética do Sol (também conhecida como a “heliosfera”) estende bilhões de quilômetros além de Plutão. Mudanças na polaridade ondulação do campo todo o caminho para as sondas Voyager, na porta do espaço interestelar. Quando os físicos solares falam sobre reversões de campo solares, a conversa muitas vezes gira em torno da “folha atual.” A folha atual é uma superfície extensa projetando para fora do equador do Sol, onde o campo magnético rotativo lentamente do sol induz uma corrente elétrica. A corrente em si é pequeno, apenas um décimo de bilionésimo de um ampère por metro quadrado (0,0000000001 amps/m2), mas há um monte de que: a corrente flui através de uma região de 10,000 km de espessura e milhares de quilômetros de largura. Eletricamente falando, toda a heliosfera está organizado em torno desse enorme folha.
Durante a inversão de campo, a folha atual se torna muito ondulada. Scherrer compara as ondulações com as costuras de uma bola de beisebol. Como a Terra orbita o Sol, que mergulha dentro e fora da folha. Transições de um lado para o outro podem provocar tempestades espaciais em torno do nosso planeta.Os raios cósmicos também são afetados. Trata-se de partículas de alta energia aceleradas a velocidade quase da luz por explosões de supernovas e outros eventos violentos na galáxia. Os raios cósmicos são um perigo para os astronautas e sondas espaciais, e alguns pesquisadores dizem que pode afetar a nebulosidade e o clima da Terra. A folha atual age como uma barreira para os raios cósmicos, desviando-los como eles tentam penetrar no interior do sistema solar. A folha ondulada, crespa age como um escudo melhor contra essas partículas energéticas vindas do espaço profundo.
Ao aproximar-se de inversão de campo, os dados de Wilcox mostram que dois hemisférios do sol estão fora de sincronia.“O Pólo norte do Sol já mudou de sinal, enquanto o pólo sul está correndo para recuperar o atraso”, diz Scherrer. “Em breve, no entanto, ambos os pólos serão revertidos, e na segunda metade do” Solar Max” estará em andamento.”
Quando isso acontecer, Hoeksema e Scherrer irão compartilhar a notícia com os seus colegas e com o público.
Fonte: phys.org
MAGNETIC FIELD REVERSAL ON THE SUN: It hasn't happened yet, but it's about to. Data from NASA-supported observatories show that the sun's global magnetic field will flip before the end of 2013. The reversal, which signals the arrival of Solar Maximum, will have ripple effects felt throughout the solar system. Get the full story and a vídeo.               
from Science@NASA. Solar flare alerts: text, voice.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Cratera de Meteoro no Brasil

Enorme meteorito “brasileiro” que pode ter extinto milhares de espécies

É uma das conclusões em que podemos tirar de um dos resultados de uma extensa pesquisa geológica da cratera de Araguainha, publicados em “Palaeogeography, Palaeoclimatology, Palaeoecology”, revelam uma quantidade considerável de óleo de xisto nas rochas. Os pesquisadores calcularam que o impacto teria gerado milhares de terremotos de até magnitude 9,9 por centenas de quilômetros ao redor, significativamente mais poderosos do que o maior deles já registrado por sismólogos modernos, liberando enormes quantidades de petróleo e gás das rochas quebradas.

O Dr. Tohver acredita que a explosão teria liberado metano na atmosfera, o que resultaria em um aquecimento global instantâneo, tornando o ambiente muito quente durante a maior parte da vida animal do planeta.“Martin Schmieder e eu estamos atualmente trabalhando em documentar alguns dos efeitos ambientais mais extremos do impacto, incluindo tsunamis gigantes. Além disso, o trabalho em curso com colegas da Universidade Curtin será fundamental para documentar mudanças na geoquímica orgânica das rochas estudadas”, disse o Dr. Tohver.
 Dr. Tohver estudou uma estrutura de impacto que fica na fronteira dos estados de Mato Grosso e Goiás, no Brasil – a chamada cratera do Araguainha, com 254,7 milhões de anos, com uma margem de erro de 2,5 milhões, para mais ou menos.
fonte:http://hypescience.com/o-gigantesco-meteorito-brasileiro-que-pode-ter-extinto-milhares-de-especies

Chuva de Meteoros m agosto

Entre os dias 12 e 13 de agosto acontece o pico da chuva anual de meteoros das Perseidas, também conhecidos como "lágrimas de San Lorenzo". De acordo com o Instituto de Astrofísica das Canárias (IAC), a atividade máxima deverá ocorrer na meia-noite da próxima segunda-feira. Desta maneira, a madrugada dos dias 12 e 13 deverá reservar um bom espetáculo a quem estiver disposto a observar o céu..

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Super Lua

No próximo dia 23 de junho a lua estará mais próxima da Terra....Veja as informações abaixo:

domingo, 19 de maio de 2013

Crtaera de TYCHO

CRATERA de TYCHO na LUA 

Em 1968, animados com as novas imagens de alta resolução da Lua obtidas com a sonda Lunar Orbiter V, Bob Strom e Gilbert Fielder interpretaram fluxos e fraturas dentro da cratera Tycho como sendo evidência do vulcanismo na Lua. Essa f...oi uma interpretação razoável para a época, mas em meados da década de 1970 foi desenvolvido um entendimento sobre a vasta distribuição do fluxo e da ejeção de rochas derretidas pelo impacto. Fluxos vulcânicos e de rochas derretidas por impacto parecem similares mas a questão principal aqui é o que causou esse derretimento? Se a cratera Tycho de 100 milhões de anos tinha um extenso vulcanismo então a história térmica da Lua foi muito diferente do que se acreditava vastamente. De maneira surpreendente, os cientistas associados com a sonda lunar indiana Chandrayaan-1 publicaram um artigo que poderia ser chamado do artigo de Strom e Fielder parte 2. Usando a maravilhosa alta resolução das imagens obtidas pela sonda e pela LRO a equipe identificou feições morfológicas como domos, fraturas, depósitos de lava, canais de lava, etc. Eles interpretaram essas feições como sendo paisagens verdadeiramente vulcânicas que entraram em erupção de rochas plutônicas subjacentes, com as erupções sendo disparadas pelo lançamento da pressão devido ao impacto que removeu bilhões de toneladas de rocha. Essa teoria bate de frente com o entendimento vigente das rochas derretidas especialmente considerando a grande quantidade de novas informações provenientes da sonda LRO. Procurando por rochas derretidas por impacto em centenas de crateras lunares é claro que o fluxo e os depósitos na Tycho se comportam exatamente da maneira que o material derretido por impacto se manifesta em crateras de grande diâmetro.

A cratera Tycho é um alvo muito popular para os astrônomos amadores, ela está localizada nas coordenadas 43.37˚S, 348.68˚E e tem aproximadamente 82 km de diâmetro. O cume do seu pico central tem uma altura de 2 km com relação ao interior da cratera e a distância do interior da cratera até o seu anel é de 4.7 km. O complexo do pico central da cratera Tycho, mostrado nessa imagem abaixo, tem aproximadamente 15 km de largura, da esquerda para a direita, ou de sudeste para nordeste nessa visada.
Fotos em detalhe crédito de LROC
Foto em 3D através do QuickMap
Foto panôramica com GSO 12" + QHY 5L
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METEORO ATINGE A LUA em 17 de MAIO
O 1° alerta do choque do meteoro foi emitido pelo MSFC (Marshall Space Flight Center), da Nasa, após uma análise rotineira das imagens registradas por uma das redes de telescópios robóticos.
De acordo com o cientista Bill Cooke, diretor do Escritório de Monitoramento de Meteoroides da Nasa, o flash registrado era pelo menos 10 vezes mais intenso que qualquer outro já observado. Durou cerca de 1 segundo e atingiu o brilho de uma estrela de magnitude 4. Veja abaixo, o local do impacto na lua:
Nesta magnitude podia ser observado a olho nú. Semelhante a intenso flash de luz, foi provocado pelo impacto de uma rocha de 40 quilos que atingiu a região conhecida como Mar das Chuvas. Segundo estimativas posteriores, a rocha que impactou na lua tinha por volta de 40 cm de tamanho e com a velocidade estimada em 90 mil km/h e a energia liberada no choque foi equivalente a 5 toneladas de TNT.

FORTE EXPLOSÃO SOLAR
No mesmo dia foi detectada Forte atividade solar no dia 17 com Ejeção de Massa Coronal